Toyota Hilux Híbrida: Uma Nova Era nos Ralis e Chegada Prevista para 2024

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Desde março, o comando da Toyota para o mercado da África do Sul já havia comentado que o público poderia esperar uma versão eletrificada da picape já em 2024. Agora, a empresa confirmou que um protótipo batizado de Hilux MHEV participou de uma etapa do campeonato mundial de rali no Quênia.

Com isso, aumentam as expectativas de que a primeira Toyota Hilux híbrida da história seja apresentada já no ano que vem. Inicialmente, as vendas devem ocorrer nos mercados sul-africano e australiano, onde a marca já deu indícios maiores sobre a eletrificação da picape. São países onde a Hilux desempenha um papel fundamental para a marca.

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Tecnologia híbrido-leve para a Toyota Hilux

Tudo indica que a tecnologia adotada será do tipo híbrido-leve. Nestes casos, um pequeno gerador elétrico - que também serve como alternador - é capaz de carregar uma bateria auxiliar, que pode ser de 12 volts ou 48 volts. Não chega a tracionar o veículo, mas oferece força auxiliar em condições específicas, como ultrapassagens e retomadas.

No caso da Toyota Hilux, é mais provável que se utilize um sistema híbrido-leve de 48V, mais potente. Ele deverá trabalhar em conjunto com o conhecido motor 2.8 turbodiesel usado atualmente também pela picape comercializada no Brasil, mas em versão atualizada para aproveitar melhor o sistema eletrificado. Deverão ser mantidos ainda o câmbio automático de 6 marchas e a tração 4x4 com reduzida.

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Futuras mudanças geração da Hilux

Apesar de a Toyota já estar nas vésperas de apresentar uma Hilux eletrificada sobre a plataforma atual, a marca prometeu uma mudança total de geração para até 2025. A picape passará a utilizar a arquitetura TNGA-F, que já estreou na Tacoma vendida no mercado estadunidense e que já acomoda sistemas híbridos convencionais e até uma variante 100% elétrica.

A TNGA-F é uma variante da arquitetura modular da Toyota feita para veículos com carroceria sobre chassi. Utiliza materiais mais leves, como aço de alta resistência, e tem uma rigidez torcional maior do que a anterior. Seu centro de gravidade é mais baixo, aproveitando o uso de painéis de alumínio na carroceria. Também permite a adoção de uma suspensão traseira independente do tipo multibraços. Ainda assim, a estreia no Brasil pode ficar somente para 2025, pois a empresa ainda não anunciou o investimento para modernizar a fábrica argentina em Zárate.

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