Ford apresenta a poderosa Ranger 2024: Motor V6 de 250 cv e avançadas tecnologias inspiradas na F-150

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Ford está lançando a nova Ranger 2024 no Brasil. A picape se tornou o produto mais vendido da marca e não poderia ter erros em um segmento tão aquecido. Se aproveitando de todo o know-how que tem e picapes, a nova geração melhorou diversos pontos e estabelece um novo patamar de qualidade, construção e tecnologia.

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A Nova Ford Ranger 2024: Renovação Completa

A nova Ford Ranger 2024 chega ao Brasil totalmente renovada. Desde um novo chassi, passando por um novo catálogo de motores, interior completamente e tecnologias inéditas no segmento das picapes médias, foi desenvolvida com a colaboração de diversos times de engenharia ao redor do mundo, inclusive o da América do Sul, e resultou em um projeto global para ser vendido e produzido em qualquer lugar com a mesma qualidade.

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"A melhor Ranger de todos os tempos"

É assim que o engenheiro-chefe da Ranger na América do Sul, Gilmar de Paula, define sua cria. A Ford Ranger é uma antiga conhecida nossa, e já elogiada, mas a marca precisava ir além com esta geração. Chassi, suspensão, direção, transmissão e motores foram revistos para realmente mudar a picape o suficiente para ser uma verdadeira nova geração.

Inovações em Chassi e Dimensões

Para começar, um novo chassi. Parte importante em uma arquitetura chassi-carroceria, essa base recebeu um novo conjunto de longarinas e travessas. É maior em altura e largura de cada perfil, receberam 3 reforços internos em cada lado e aços de alta resistência, aumentando em 30% a resistência a torção. Isso vai além de como ela se comporta no fora-de-estrada, mas como ela vai desempenhar suas outras funções.

Junto, a picape cresceu. Com 5.372 mm de comprimento, ganhou 18 mm, mas o entre-eixos cresceu 50 mm, chegando aos 3.270 mm. Altura é de 1.886 mm (+ 38 mm) e a largura, 1.910 mm (+ 50 mm). Junto trouxe ganhos nas bitolas e um visual ainda mais parrudo, com para-lamas largos na dianteira e traseira. Nas dimensões fora-de-estrada, a Ranger tem 235 mm de altura livre do solo, 800 mm de capacidade de imersão, além dos ângulos de ataque de 30º e saída de 26º.

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Inovações no Interior

Por dentro, a preocupação foi fazer a Ranger se destacar no segmento tanto em design quanto e materiais. Já se foi o tempo onde uma picape era tratada como veículo de trabalho e a Ranger tem um visual moderno, sendo que todas as versões recebem um painel de instrumentos digital configurável de 8" e de 12,4" como opcional na Limited, a mesma peça da F-150. O mesmo vale para o sistema multimídia, de 10" ou 12", instalada na vertical. Quem conhece a F-150 irá perceber que a Ranger é quase sua miniatura.

Há modernidades como o freio de estacionamento eletrônico e o seletor eletrônico do câmbio automático de 10 marchas, aplicado com o V6 3.0. O sistema de tração integral tem distribuição automática e seletor de modos de condução (Normal, Eco, Rebocar, Escorregadio, Lama, Areia na mais completa versão). Muitas funções fora-de-estrada podem ser acionadas pela tela, assim como algumas configurações, travamento de diferencial traseiro e sistemas de câmeras, por exemplo.

Aprimoramentos em Suspensão e Direção

Essa nova Ranger recebeu uma boa atenção em suspensão e direção. Todo o conjunto é novo, com o sistema traseiro de feixes com amortecedores colocados no lado de fora do chassi para aumentar o curso do eixo traseiro, assim como a dianteira recebeu 15 mm a mais de curso para maior conforto tanto na estrada de asfalto quanto no fora-de-estrada. A direção elétrica é adaptativa e pode ir desde algo leve em manobras a um conjunto bem responsivo em velocidades mais altas.

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Motorização e Desempenho

O grande destaque da nova Ford Ranger vem do motor. A estreia do 3.0 V6 turbodiesel nas versões XLT e Limited a coloca ao lado da VW Amarok nesse tipo de motor. Apesar de menos potente, com 250 cv, tem o maior torque, de 61,2 kgfm. Está ligado ao câmbio automático de 10 marchas, o mesmo da F-150, que pode pular marchas e fazer reduções da mesma forma, melhorando as respostas e desempenho, além do consumo: segundo a marca, são 7,5 km/litro na cidade e 11,8 km/litro na estrada.

O sistema de transmissão pode atuar em 4x2 ou 4x4, mas também em um modo automático. Pode ser selecionado por botão no painel ou pela tela do sistema multimídia, com diversos modos de condução em todas as versões. Além do 3.0, outras versões também trocam o motor. Entra o 2.0 turbodiesel, já em uso na Transit, com 170 cv e 41,3 kgfm, com câmbio manual ou automático de 6 marchas. Isso será de grande valor no pós-vendas ao facilitar a manutenção ao compartilhar peças com um modelo já há mais tempo no mercado.

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